sábado, 25 de março de 2023
Shakespeare, Kafka, Beckett. Contrastes...
quinta-feira, 23 de março de 2023
domingo, 19 de março de 2023
sexta-feira, 17 de março de 2023
Gildo
Fonseca
segunda-feira, 13 de março de 2023
domingo, 12 de março de 2023
Nietzsche, direto na jugular da alma...
"A vontade de superar um afeto não é, em última análise, senão vontade de um outro ou de vários outros afetos".
Qual o seu tamanho? E o tamanho do seu entorno? Onde fica e qual a sua "régua"?
Quando você é pequeno tudo parece grande.
Quando você é grande tudo parece pequeno.
Roland Barthes, Fragmentos de um discurso amoroso, pag. 134
terça-feira, 7 de março de 2023
“O simples viver de um dia cria na alma o mesmo que a poeira e o suor produzem no corpo. Trata-se do desgaste das interações do dia, dos sonhos, das frustrações, das realizações e das expectativas. O refinamento da música está para a alma como a água esta para o corpo. O solvente universal que é a água limpa, descarrega e recicla. O mesmo faz a música que pode dissolver energias — trazer alegria aos tristes, afeto aos racionais, sonhos aos acomodados e leveza aos pesados. Todo mundo antes de chegar em casa deveria ouvir música para que sua alma não chegasse suada e com mau hálito. É profunda falta de refinamento não ouvir música com constância. É como não tomar banho. Não subestime a poeira da rotina, se não houver asseio constante ela se torna insalubre.”Niltom Bonder
Compartilhado do FB, página de Rita de Cássia Oliveira Lima
segunda-feira, 6 de março de 2023
sexta-feira, 3 de março de 2023
“Todo ato exige o esquecimento”.
Um aglomerado de centenas de galáxias com 800 trilhões de sóis
Desde que com o consentimento do outro, claro...
"Jamais devemos nos desculpar por nossos gostos, todos são respeitáveis, todos pertencem a natureza. O melhor de todos é aquele que nos satisfaz". Marquês de Sade
Amada Alejandra Pizarnik, sempre intensa e profunda...
quinta-feira, 2 de março de 2023
Ceticismo pirrônico na prática...
"Não será, então, nossa principal perversão a crença de que temos a chave para a verdade?"
Joyce McDougall, 1995
"A pretensão da "verdade" é uma perversão subjacente à consciência em sua fluidez pelas impermanências. O ópio recorrente de uma divina e milagrosa resposta no devir, sempre o devir e o devir depois do devir."
Gildo Fonseca
Baudelaire em "O Baço" sobre o ópio natural de todos nós...
Trecho (tradução livre) fantástico de Baudelaire, que compartilho de Marcel Oliveira, texto que eu ousaria titular de "Aparecimentos que perecem".


































