sábado, 2 de setembro de 2017

sexta-feira, 1 de setembro de 2017

" para os amantes,
O único orador
É a beleza do amado."
~ Rumi


Ideal Criador, Escolha Fatal. Seres em Construção.
Escolhendo uma possibilidade, mato para esse instante, todos os outros possíveis que também poderiam, por outros Caminhos, levar ao Instante seguinte.
Paradoxalmente, ao fazer uma escolha, deixo de ser o escolhedor e, como um procusto de mim mesmo, viro escravo de minha própria liberdade e a angústia é o valor proporcional à consciência dessa liberdade.
Como dizia Sartre "estamos condenados à liberdade", mas creio também que estamos "condenados à eternidade", pois seria (pois afirmar que é, seria limitador) a única forma de vivenciarmos singularmente todos os possíveis, em todos os tempos, tornando-nos essa Totalidade, e aí sim, Absolutamente Livres, pois conheceremos e Seremos então, a Soma de todos os nossos próprios Caminhos, veias que irrigaram através dos tempos a expansão da nossa Consciência.
Talvez nesse agora da nossa Percepção, somente a Potência intrínseca encapsulada em cada "Olhar" possa ser criadora da morfina de um pretenso Caminho independente, ideal de realização de todo artista contido em cada um de nós.
Gildo Fonseca
"Levanta-te".

por Isabel Miramontes. Espanha


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quinta-feira, 31 de agosto de 2017

sexta-feira, 18 de agosto de 2017




Deleuze, maravilhoso...

(...) Ser nômade é empreender movimentos de desterritorialização e reterritorialização, é ultrapassar os estratos de nossa identidade como pessoas para além da lógica binária, dentro da qual somos homem ou mulher, criança ou adulto, professor ou aluno, humano ou animal. Desfazer ou disfarçar esses estratos de contornos fixos não é matar a si mesmo, mas permitir conexões, circuitos, trânsitos e devires. É combater o uno de nossa identidade e fazer-nos múltiplos.

- Do livro "O Desejo Segundo Gilles Deleuze" de Maite Laurrari.





sábado, 12 de agosto de 2017

quinta-feira, 10 de agosto de 2017


Saramago em "Claraboia"


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quarta-feira, 9 de agosto de 2017

Adorável Macbeth

(...) A vida é apenas uma sombra ambulante, um pobre cômico que se empavona e agita por uma hora no palco, sem que seja, após, ouvido; é uma história contada por idiotas, cheia de fúria e muita barulheira, que nada significa.

- William Shakespeare, in "Macbeth". (ato V, cena V)

Obra "Le Liseur", 1892 - Odilon Redon.

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É chamado de espírito livre aquele que pensa de modo diverso do que se esperaria com base em sua procedência, seu meio, sua posição e função, ou com base nas opiniões que predominam em seu tempo. Ele é exceção, os espíritos cativos, a regra; [...] De resto, não é próprio da essência do espírito livre ter opiniões mais corretas, mas sim ter se libertado da tradição, com felicidade ou com um fracasso.
Nietzsche


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sexta-feira, 4 de agosto de 2017

Eu posso fazer isto...

Por mais que as dificuldades possam parecer intransponíveis sempre seremos maiores do que elas. Energia, Força, Resiliência aguardam nossas escolhas.
Frases inspiradoras a respeito:
"Se os fatos são contra nós, pior para os fatos", Nelson Rodrigues
"Ou encontramos um Caminho ou fazemos um", General Anibal
"Queimem os barcos que nos trouxeram aqui e que permitiriam um retorno, agora é Vencer ou Morrer !!! Alexandre, o Grande.
foto istock (eu posso fazer isto)

segunda-feira, 31 de julho de 2017

“Conheço o espírito de muitos homens
Mas não sei quem sou eu mesmo!
Meu olhar é demasiado próximo de mim –
Não sou o que vejo e o que vi.
Eu seria de maior proveito para mim
Se de mim pudesse estar mais longe.
Não tão distante quanto meu inimigo, claro!
Já o amigo mais próximo está longe demais –
Mas entre nós há o meio do caminho!
Adivinham vocês o meu pedido?”
Nietzsche , “A Gaia Ciência”

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domingo, 30 de julho de 2017

Emil Cioran

(...) Quis defender-me contra todos os homens, reagir contra sua loucura, descobrir sua origem; escutei, vi e tive medo: medo de agir pelos mesmos motivos ou por qualquer outro motivo, de crer nos mesmos fantasmas ou em qualquer outro fantasma, de deixar-me afogar pelas mesmas embriaguezes ou por qualquer outra embriaguez; medo, enfim, de delirar em comum e de expirar em uma multidão de êxtases.
- Emil Cioran, in "Breviário da Decomposição" (A Gama do Vazio).
Obra "Crossing Over" de Lesley Oldaker.

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