sexta-feira, 8 de setembro de 2017

Coronel Sanders

Aos 5 anos, perdeu seu pai.
Aos 16, abandonou a escola.
Aos 17, já tinha perdido 4 empregos.
Aos 18, se casou!
Aos 20 a esposa o deixou, em seguida tornou-se cozinheiro em um pequeno café.
Aos 65 anos, aposentou-se sentindo-se um verdadeiro fracassado.
Foi quando decidiu cometer suicídio.
Quando começou a escrever sua despedida, começou a colocar no papel o que queria ter feito na sua vida.
Foi aí que desistiu de se matar e pegou emprestado U$ 87,00 e começou a fazer frangos fritos, utilizando sua própria receita. E foi vender de porta em porta.
Aos 88 anos, Coronel Sanders, fundador da Kentucky Froes Chicken - KFC, tornou se um bilionário.

Você realmente acha que não há tempo para você fazer algo pra mudar sua vida? Você realmente acha que desistir é uma opção?
Quando as pessoas entendem que o sucesso é uma questão de persistência, de continuar até conseguir, elas fazem coisas extraordinárias!

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quinta-feira, 7 de setembro de 2017


Olhares espiralados...
"Eu me pergunto: se eu olhar a escuridão com uma lente, verei mais que a escuridão? A lente não devassa a escuridão, apenas a revela ainda mais. E se eu olhar a claridade com uma lente, com um choque verei apenas a claridade maior. Enxerguei mas estou tão cega quanto antes porque enxerguei um triângulo incompreensível. A menos que eu também me transforme no triângulo que reconhecerá no incompreensível triângulo a minha própria fonte e repetição. (LISPECTOR, A PAIXÃO SEGUNDO GH, 1998, p. 22)




sábado, 2 de setembro de 2017

CONSTRUÇÃO

A partir da nossa tentativa de afirmação, geramos, com palavras, coisas e fatos, dores e prazeres ao delredor, e, na ressonância desse eco, encontramos companhia para o desterro de nossas almas confinadas no isolamento das identidades..
Conhecemos a dor e o prazer, pela ausência, ou presença, de nós, nos outros.
A alegria que geramos no outro, é nossa.
A dor que geramos no outro, é nossa.
Nosso é o "outro", assim como do "outro" somos "nós".
Talvez seja esse mais um significado do amor, uma construção perene, conjunta e interativa desses eternos bebês em crescimento contidos em todos nós, chamados singularidades e que "gritam" pelo "colo", mas que só pode vir do Si mesmo, no outro.
Levantemo-nos e sigamos em busca de nós, laços e afetos, suaves alentos, entre tantos rebentos, entre tantos eus, descobrimos.... somos só Movimento.


GF


sexta-feira, 1 de setembro de 2017

" para os amantes,
O único orador
É a beleza do amado."
~ Rumi


Ideal Criador, Escolha Fatal. Seres em Construção.
Escolhendo uma possibilidade, mato para esse instante, todos os outros possíveis que também poderiam, por outros Caminhos, levar ao Instante seguinte.
Paradoxalmente, ao fazer uma escolha, deixo de ser o escolhedor e, como um procusto de mim mesmo, viro escravo de minha própria liberdade e a angústia é o valor proporcional à consciência dessa liberdade.
Como dizia Sartre "estamos condenados à liberdade", mas creio também que estamos "condenados à eternidade", pois seria (pois afirmar que é, seria limitador) a única forma de vivenciarmos singularmente todos os possíveis, em todos os tempos, tornando-nos essa Totalidade, e aí sim, Absolutamente Livres, pois conheceremos e Seremos então, a Soma de todos os nossos próprios Caminhos, veias que irrigaram através dos tempos a expansão da nossa Consciência.
Talvez nesse agora da nossa Percepção, somente a Potência intrínseca encapsulada em cada "Olhar" possa ser criadora da morfina de um pretenso Caminho independente, ideal de realização de todo artista contido em cada um de nós.
Gildo Fonseca
"Levanta-te".

por Isabel Miramontes. Espanha


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quinta-feira, 31 de agosto de 2017

sexta-feira, 18 de agosto de 2017




Deleuze, maravilhoso...

(...) Ser nômade é empreender movimentos de desterritorialização e reterritorialização, é ultrapassar os estratos de nossa identidade como pessoas para além da lógica binária, dentro da qual somos homem ou mulher, criança ou adulto, professor ou aluno, humano ou animal. Desfazer ou disfarçar esses estratos de contornos fixos não é matar a si mesmo, mas permitir conexões, circuitos, trânsitos e devires. É combater o uno de nossa identidade e fazer-nos múltiplos.

- Do livro "O Desejo Segundo Gilles Deleuze" de Maite Laurrari.





sábado, 12 de agosto de 2017