"Em um fractal infinito de rotação, como você define o centro? Cada ponto é o centro. Você é o centro do universo, observar o universo a partir de seu próprio centro. Onde quer que você escolhe um ponto de observação no fractal, esse ponto torna-se o centro do qual você está observando o universo. Esse ponto torna-se silêncio. Por que quietude? Porque nesse ponto agora, todas as rotações do universo se anulam ... Você precisa de silêncio para ter um quadro de referência para a rotação... É como ocorre a singularidade. Singularidade é o ponto no centro de sua experiência do universo, que é o ponto de quietude do qual você está observando o universo."– Nassim Haramein
sábado, 25 de março de 2017
domingo, 19 de março de 2017
"Para um cão, você não precisa de carrões, de grandes casas ou roupas de marca. Símbolos de status não significavam nada para ele. Um pedaço de madeira já está ótimo. Um cachorro não se importa se você é rico ou pobre, inteligente ou idiota, esperto ou burro. Um cão não julga os outros por sua cor, credo ou classe, mas por quem são por dentro. Dê seu coração a ele, e ele lhe dará o dele. É realmente muito simples, mas, mesmo assim, nós humanos, tão mais sábios e sofisticados, sempre tivemos problemas para descobrir o que realmente importa ou não. De quantas pessoas você pode falar isso? Quantas pessoas fazem você se sentir raro, puro e especial? Quantas pessoas fazem você se sentir extraordinário?"
Trecho do filme: Marley & Eu
sábado, 18 de março de 2017
sábado, 11 de março de 2017
Percepção, essa Força Infinita que preenche o Incriado, transcende as trivialidades e descortina seus véus nos interstícios das manifestações binárias. A Vida verdadeira, profunda, intensa, acontece além, muito além do espectro de mesclas e contrastes racionalizados de 0 e 1. O vácuo, ventre da Consciência, aguarda sempre a semente do nosso próximo Devir.
Gildo Fonseca.
Gildo Fonseca.
domingo, 5 de março de 2017
Compartilhado do Facebook página de Edilene Torino
Eu não poderia deixar de fazer algumas reflexões sobre este post (essa imagem ao lado) que gostei muito, compartilhado de minha Amiga Edilene Torino, então, aqui vão algumas reflexões pessoais:
Todo contrato, qualquer que seja o acordo, é sempre uma amarração. Para renascer precisamos matar, pela compreensão, as ilusões que os desejos exaltaram amarrando-nos e abrir-se para os novos nascimentos, num processo de embriaguez constante desse "vinho do conhecimento". Cada percepção é um contrato entre a cultura recebida e o que dela é extraído experimentalmente em consciência. Renascer é deixar, sistematicamente, os casulos tecidos pelos fios de cada uma dessas percepções para trás. Esse processo, prática viva e constante da liberdade a que estamos condenados é uma dolorosa quebra dos contratos renascidos (refeitos) a cada pulsar da consciência. A Vida e a Morte são partes desse "contrato", renovado dialeticamente a cada respirar, objeto desse nosso existir, como Sísifo, em total insensatez. Como dizia Vinicius na música: "então pergunto a Deus que escute amigo, se foi pra desfazer porque é que fez?". Gildo Fonseca.
terça-feira, 28 de fevereiro de 2017
Paulada, com madeira de lei....
"Não será, então, nossa principal perversão a crença de que temos a chave para a verdade?"
Joyce McDougali, 1995.
Joyce McDougali, 1995.
domingo, 19 de fevereiro de 2017
“Minha avó era uma pessoa maravilhosa. Ela ensinou-me a jogar Banco Imobiliário. Ela entendia que o objetivo do jogo era comprar. Ela acumulava tudo o que podia e sempre acabava dominando o tabuleiro. E depois ela sempre dizia a mesma coisa. Ela olhava pra mim e dizia: "um dia você vai aprender a jogar o jogo".
Num verão, eu joguei Banco Imobiliário quase todos os dias, o dia inteiro, e então aprendi a jogar o jogo. Compreendi que a única forma de ganhar é estar totalmente comprometido com a aquisição. Aprendi que o dinheiro e as posses são as formas de continuar pontuando.
Ao final daquele verão, tornei-me mais impiedoso que minha avó. Estava pronto para cumprir aquelas regras, e ganhar o jogo.
Naquele outono, sentei-me para jogar com ela. E tomei tudo que ela tinha. Eu a observei entregar seu ultimo dólar e desistir em completa derrota.
Mas percebi que ela tinha algo a mais para me ensinar. Ela disse: "agora tudo volta para a caixa". Todas aquelas casas e hotéis. Todas as ferrovias e empresas de serviços públicos. Todas as propriedades e todo esse dinheiro maravilhosos. Agora tudo volta para a caixa...
Nada disso era realmente seu. Você se empolgou com isso por algum tempo. Mas tudo já estava aqui muito antes de você se sentar à mesa. E continuará aqui depois de você ir embora - jogadores vem e vão...
Casas e carros... Títulos e roupas...até o seu corpo.
Porque o fato é que tudo que eu pego, consumo e guardo voltará para a caixa. E irei perder tudo.
Então você precisa perguntar a si mesmo: e quando finalmente eu receber a melhor promoção? E quando fizer a melhor compra, e quando comprar a melhor casa, e quando tiver a segurança financeira e tiver subido a escada do sucesso até o degrau mais alto que você alcançar? E quando a emoção acabar? (e ela vai acabar...) E depois?
Quão longe você precisa seguir nessa estrada ate perceber aonde ela leva? Certamente você entende que nunca será o bastante.
Portanto, você precisa perguntar a si mesmo: o que importa?”
Num verão, eu joguei Banco Imobiliário quase todos os dias, o dia inteiro, e então aprendi a jogar o jogo. Compreendi que a única forma de ganhar é estar totalmente comprometido com a aquisição. Aprendi que o dinheiro e as posses são as formas de continuar pontuando.
Ao final daquele verão, tornei-me mais impiedoso que minha avó. Estava pronto para cumprir aquelas regras, e ganhar o jogo.
Naquele outono, sentei-me para jogar com ela. E tomei tudo que ela tinha. Eu a observei entregar seu ultimo dólar e desistir em completa derrota.
Mas percebi que ela tinha algo a mais para me ensinar. Ela disse: "agora tudo volta para a caixa". Todas aquelas casas e hotéis. Todas as ferrovias e empresas de serviços públicos. Todas as propriedades e todo esse dinheiro maravilhosos. Agora tudo volta para a caixa...
Nada disso era realmente seu. Você se empolgou com isso por algum tempo. Mas tudo já estava aqui muito antes de você se sentar à mesa. E continuará aqui depois de você ir embora - jogadores vem e vão...
Casas e carros... Títulos e roupas...até o seu corpo.
Porque o fato é que tudo que eu pego, consumo e guardo voltará para a caixa. E irei perder tudo.
Então você precisa perguntar a si mesmo: e quando finalmente eu receber a melhor promoção? E quando fizer a melhor compra, e quando comprar a melhor casa, e quando tiver a segurança financeira e tiver subido a escada do sucesso até o degrau mais alto que você alcançar? E quando a emoção acabar? (e ela vai acabar...) E depois?
Quão longe você precisa seguir nessa estrada ate perceber aonde ela leva? Certamente você entende que nunca será o bastante.
Portanto, você precisa perguntar a si mesmo: o que importa?”
Texto apresentado em "Zeitgeist: moving forward", documentário produzido por Peter Joseph.
Texto compartilhado do FB, página de Ponto e Vírgula - Pausa para Saltar
Se o mundo externo não possui unidade por si só, mas é uma criação do homem para suportar o infinito devir da existência, o mesmo deve ser aplicado ao homem! Sim, a multiplicidade de forças do mundo é a mesma pluralidade de forças internas que move o ser humano, e os dois não constituem nada mais que uma unidade transitória, um rio no qual temos a ilusão de entrarmos duas vezes. O corpo é um ponto de incidência de vários impulsos! A multiplicidade de quereres não permite pensar em um indivíduo.
Quem desejar ler este texto maravilhoso, completo, pode entrar no link: https://razaoinadequada.com/2013/01/23/nietzsche-e-as-possibilidades-da-alma/
Fragmento do texto de Rafael Trindade. Texto e imagem compartilhados do FB página de Razão Inadequada.
Quem desejar ler este texto maravilhoso, completo, pode entrar no link: https://razaoinadequada.com/2013/01/23/nietzsche-e-as-possibilidades-da-alma/
Fragmento do texto de Rafael Trindade. Texto e imagem compartilhados do FB página de Razão Inadequada.
sábado, 11 de fevereiro de 2017
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